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Livro sobre Museu de Congonhas reflete sobre valorização e interpretação do patrimônio

O processo de construção do Museu de Congonhas, inaugurado em dezembro de 2015, e suas contribuições para o desenvolvimento do município são tema do recém-lancado “Museu de Congonhas: Relato de uma Experiência”, da arquiteta Jurema Machado. A obra, editada pela representação brasileira da UNESCO, busca promover uma reflexão sobre como novos programas e equipamentos podem valorizar sítios do Patrimônio Mundial, como o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos (MG), além de apoiar estratégias de desenvolvimento local e regional. “É fundamental compartilhar o processo de fazer, com seus desafios e lições, de forma a inspirar outros sítios do Patrimônio Mundial a criarem espaços análogos que funcionem como local de interpretação e valorização do patrimônio”, diz Jurema.

 

O Museu de Congonhas é apontado pela representação brasileira da UNESCO como um de seus trabalhos de maior sucesso na área cultural. Com projeto da GPA&A, o museu trouxe novas estruturas e recursos para aproximar o santuário do público, provocando reflexões sobre sua grandiosidade e importância histórica. “A publicação permite que o leitor conheça um caso concreto onde a Convenção do Patrimônio Mundial é utilizada como uma plataforma de cooperação que reforça o papel das comunidades na preservação e salvaguarda do sítio”, afirma a representante da UNESCO no Brasil, Marlova Noleto. O livro, que também mostra a importância da cooperação entre os diversos atores envolvidos (como Ministério da Cultura, IPHAN, prefeitura de Congonhas, moradores) para a preservação do patrimônio, foi enviado a outros sítios reconhecidos pela UNESCO para estimular experiências semelhantes. A obra completa pode ser baixada no site da UNESCO.

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