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Museu de Congonhas: um desafio emocionante

  • 7 de out. de 2010
  • 2 min de leitura

Nossa proposta para o Museu de Congonhas, localizado junto ao Santuário Bom Jesus de Matozinhos, foi a vencedora do Concurso promovido pela Unesco em junho de 2005. O Projeto compõe-se de espaços para exposições de arte sacra, Centro de Estudos da Pedra e Centro de Referência do Barroco.

A realização do concurso é resultado de um trabalho conjunto do Ministério da Cultura e da Prefeitura de Congonhas, com o intuito de criar um centro que possa reunir arte, história, tecnologia e fé.

O conjunto arquitetônico do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, “a Bíblia de pedra sabão” na leitura do poeta Oswald de Andrade, nos convidou a buscar, em nossa proposta, solução para três questões fundamentais:

* Implantação neutra, sem competição volumétrica com o conjunto principal; * Espaços externos e percursos internos claros, amplos e reverentes. A dinâmica dos espaços faz ecoar a dimensão simbólica dos valores que acolhe e apresenta aos visitantes; * O sentido de contemporaneidade afirma no seu tempo uma atitude atemporal de respeito, equilíbrio e harmonia.

A pedra fundamental do Museu foi lançada em novembro de 2009 e a obra, que está sendo financiada com recursos da Lei Rouanet, tem sua execução prevista para dois anos.

De acordo com Jurema Machado, coordenadora da Unesco no Brasil, “Precisávamos de algo que possibilitasse a compreensão da magnitude do que este acervo representa na história da arquitetura e das artes mundialmente reconhecidas, mais até que no âmbito do país. O acervo oferece desafios de conservação e vem recebendo um tratamento continuado e necessário pelo IPHAN e pelo Monumenta”.

O discurso de Pedro Cordeiro, presidente da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), seguiu a mesma linha: “O Memorial representa a oportunidade de desenvolvimento da cidade, porque mexerá com a auto-estima do congonhense. Será referência para a compreensão do processo histórico e da própria matéria-prima do monumento imortalizado”.

Museu de Congonhas

 
 
 

1 comentário


Membro desconhecido
13 de abr.

Vocês já pararam para analisar se a nossa gestão de risco é baseada em fatos ou em intuições disfarçadas de estratégia? Notei que, ao observar a mecânica do apostas online casino, muitas vezes caímos na armadilha de acreditar em ciclos que nem sempre existem. Por isso pergunto: como vocês separam a percepção subjetiva da realidade dos números? Quais métricas vocês consideram fundamentais para avaliar a eficiência de uma abordagem? Acham que a paciência estratégica é um dom ou algo que se aprende com o tempo? E mais: como manter a sanidade analítica quando o ambiente parece acelerar nossos impulsos? Alguém aqui utiliza planilhas ou ferramentas externas para validar o que acontece durante a navegação?

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