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Memorial da Imigração Japonesa no Brasil

Museu-Monumento à Amizade e suas metáforas

O museu a céu aberto celebra a amizade entre o Japão e o estado de Minas Gerais e o que essa relação foi capaz de construir de concreto e de imaterial.

O projeto é uma ponte sobre um lago.

A ponte liga metaforicamente territórios, tempos, idéias e ideais.

O lago é como o mar entre as nações, e, também, aquele dos desafios, das conquistas, dos tempos vividos.

As ações e obras se tornam visíveis por meio de datas marcantes que emergem à flor da água, e os espaços submersos representam as regiões do inconsciente do sentimento e da memória.

O percurso parte do Japão simbólico plantado de cerejeiras para a Minas dos Ipês-Brancos.

Celebrando o Japão e Minas, foram ainda dispostas a cada lado, paredes curvas alusivas às duas bandeiras: o círculo e o triângulo vermelhos.

É uma feliz analogia que fala da síntese e concisão comum aos dois povos.

Sobre esta parede estarão impressos em baixo relevo os nomes de japoneses e mineiros que participaram da construção deste tempo de solidariedade.

A forma da ponte simétrica e com curvas que se entrelaçam evoca ao mesmo tempo coesão, movimento contínuo e interdependência, e gera um percurso museológico de recursos multimídia e linguagem acessível para contar histórias de abertura, grandeza e amizade.

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Nome do projeto: Memorial da Imigração Japonesa no Brasil
Arquitetura: Gustavo Penna, Mariza Machado Coelho, Ricardo Gomes Lopes, Norberto Bambozzi, Laura Penna, Letícia Carneiro, Priscila Dias de Araújo
Sala Vermelha: Paulo Pederneiras
Gestão e Planejamento: Rísia Botrel
Local: Parque Ecológico Promotor José Lins do Rego – Pampulha – Belo Horizonte – MG – Brasil
Ano do projeto: 2007
Ano de conclusão da obra: 2009
Área Construída: 534m2
Créditos Fotógrafo: Jomar Bragança